A Septuaginta, frequentemente abreviada como LXX, é o nome tradicional dado ao conjunto das antigas traduções gregas das Escrituras judaicas e à tradição textual que se desenvolveu a partir delas. Sua importância ultrapassa a história das traduções da Bíblia: ela é uma testemunha decisiva para o estudo do texto do Antigo Testamento, do judaísmo helenístico, da linguagem religiosa do período do Segundo Templo e do modo como os autores do Novo Testamento receberam e interpretaram as Escrituras de Israel.
Chamar a Septuaginta simplesmente de “a tradução grega do Antigo Testamento” é útil como primeira aproximação, mas pode criar uma imagem excessivamente uniforme. A LXX não surgiu inteira em um único momento, não foi produzida por uma única equipe e não apresenta o mesmo método de tradução em todos os livros. O Pentateuco provavelmente foi traduzido primeiro, no ambiente judaico de Alexandria, e outros livros foram vertidos para o grego em épocas e circunstâncias diferentes. Por isso, estudiosos tratam a Septuaginta como uma coleção de traduções e tradições textuais gregas, que precisam ser avaliadas livro por livro.
O que significa o nome “Septuaginta”?
O nome está ligado à antiga tradição segundo a qual a Lei de Moisés teria sido traduzida no Egito por setenta ou setenta e dois anciãos judeus. A narrativa mais conhecida aparece na Carta de Aristeias, obra judaica antiga que associa a tradução da Torá ao reinado de Ptolomeu II Filadelfo, no século III a.C. Em formas posteriores da tradição, o número setenta ganhou destaque, dando origem à abreviação LXX, isto é, setenta em algarismos romanos.
Essa tradição tem valor para a história da recepção da tradução, mas não deve ser confundida com uma descrição documental completa de todo o processo. D. S. Russell observa, na seção sobre a Septuaginta de seu estudo do período interbíblico (2007, p. 12–13 do PDF consultado), que a tradução da Torá provavelmente ocorreu em Alexandria durante o período ptolomaico e que o nome “Septuaginta” foi posteriormente estendido às demais partes das Escrituras gregas. A própria diversidade linguística das traduções indica que os demais livros não foram vertidos todos de uma só vez.
O contexto histórico: helenismo, diáspora e Alexandria
Depois das conquistas de Alexandre, o Grande, no século IV a.C., a língua e a cultura gregas alcançaram ampla difusão no Mediterrâneo oriental e no Oriente Próximo. Mesmo depois da fragmentação de seu império, o grego permaneceu como idioma de comunicação, comércio e vida intelectual em muitas regiões sob domínio dos Ptolomeus, dos Selêucidas e, posteriormente, dos romanos.
Esse processo atingiu também as comunidades judaicas da diáspora. No Egito, especialmente em Alexandria, havia uma população judaica numerosa inserida em ambiente de língua grega. Para parte desses judeus, o grego se tornou o idioma cotidiano e o acesso direto ao hebraico das Escrituras tornou-se mais difícil. A tradução da Torá para o grego deve ser entendida nesse contexto: ela permitia que judeus de língua grega ouvissem, lessem e estudassem as Escrituras de Israel em uma língua que dominavam.
A LXX, portanto, não nasceu originalmente como uma Bíblia cristã. Sua origem está no judaísmo helenístico. Somente depois, quando o cristianismo surgiu e se expandiu em um mundo majoritariamente grego, essas Escrituras gregas se tornaram fundamentais para as primeiras comunidades cristãs. Essa continuidade ajuda a perceber a ligação entre o judaísmo do Segundo Templo e o mundo do Novo Testamento.
Um processo de tradução, não um único evento
O Pentateuco é geralmente considerado a parte mais antiga da tradução grega, produzida provavelmente no século III a.C. Os demais livros foram traduzidos posteriormente, ao longo de um processo mais amplo. Esse dado é importante porque explica por que a LXX apresenta estilos bastante diferentes.
Alguns tradutores tendem a seguir o hebraico de maneira relativamente literal; outros empregam uma tradução mais livre, reorganizam construções, esclarecem expressões ou adotam vocabulário interpretativo. Mark R. Norton chama atenção justamente para essa variedade (1998, p. 230–232): a utilidade textual de uma versão grega precisa ser avaliada conforme o perfil de cada livro e de seu tradutor.
Isso significa que a expressão “a Septuaginta diz” deve ser usada com cuidado. Em certos contextos ela é adequada, mas em pesquisa detalhada é melhor perguntar: qual livro grego, qual forma textual e qual tradição manuscrita estão sendo considerados? A LXX é uma tradição ampla, não uma edição única que permaneceu imutável desde o século III a.C.
A Septuaginta e o texto hebraico
A relação entre a LXX e o texto hebraico é uma das áreas centrais da crítica textual do Antigo Testamento. O texto hebraico que se tornou padrão no judaísmo e que foi preservado pelos massoretas é uma testemunha fundamental, mas não é a única forma textual antiga conhecida. O Antigo Testamento chegou até nós por meio de uma história longa de cópia, transmissão e tradução.
Em muitos trechos, a Septuaginta corresponde de modo bastante próximo ao texto hebraico preservado na tradição massorética. Em outros, surgem diferenças de palavras, frases, ordem de seções ou extensão. Essas divergências podem ter causas distintas. Algumas se explicam por decisões do tradutor; outras podem resultar de dificuldades na compreensão do hebraico; e outras ainda podem refletir um texto hebraico de base diferente daquele que posteriormente se tornou o Texto Massorético.
Por isso, não é correto presumir que toda diferença entre a LXX e o Texto Massorético seja automaticamente “erro de tradução”. Também não é correto concluir o inverso, como se toda leitura diferente da LXX preservasse necessariamente um hebraico mais antigo. A comparação exige análise caso a caso.
Jeremias como exemplo da complexidade textual
O livro de Jeremias oferece um exemplo conhecido. A forma grega é consideravelmente mais curta em vários pontos e apresenta material em ordem diferente daquela encontrada no Texto Massorético. Para a crítica textual, isso levanta uma questão importante: o tradutor grego estava abreviando livremente ou trabalhava com uma edição hebraica diferente?
O problema não pode ser resolvido por uma regra simples. Entretanto, a existência de tradições textuais antigas variadas — algo também iluminado por descobertas de manuscritos judaicos antigos — mostrou que, antes da estabilização medieval do Texto Massorético, havia maior diversidade textual do que se imaginava. A Septuaginta é uma das testemunhas dessa história.
Texto Massorético, Pentateuco Samaritano e outras testemunhas
A crítica textual do Antigo Testamento não escolhe entre “a Bíblia hebraica” e “a Septuaginta” como se fossem duas opções mutuamente excludentes. O trabalho envolve comparar várias testemunhas: o Texto Massorético, o Pentateuco Samaritano, manuscritos antigos encontrados no deserto da Judeia, traduções antigas e citações preservadas em outros textos.
No volume A origem da Bíblia, organizado por Philip Wesley Comfort, Mark R. Norton apresenta essa diversidade como parte da história da transmissão (1998, p. 230–232). Seu estudo destaca que algumas leituras do Pentateuco Samaritano se aproximam da Septuaginta e de manuscritos antigos, o que mostra que certas divergências podem remontar a formas textuais que circulavam antes da consolidação do padrão massorético.
Essa constatação não diminui o valor do texto hebraico. Ao contrário, permite compreender de modo mais preciso como as Escrituras foram transmitidas. A grande quantidade de testemunhos torna possível comparar leituras e investigar sua história. É exatamente essa comparação que constitui uma parte importante da exegese bíblica responsável.
A ordem dos livros na tradição grega
A Bíblia hebraica organiza seus livros tradicionalmente em três grandes seções: Lei, Profetas e Escritos. Na tradição grega, consolidou-se uma disposição diferente, agrupando os livros de modo mais temático: Pentateuco, livros históricos, poéticos e sapienciais e, por fim, proféticos.
F. F. Bruce, em estudo incluído em A origem da Bíblia, observa (1998, p. 16–17) que essa organização grega, transmitida também pela tradição latina, exerceu forte influência sobre a ordem encontrada na maioria das Bíblias cristãs. Assim, mesmo leitores que nunca tiveram contato direto com um manuscrito grego convivem com uma herança editorial relacionada à Septuaginta.
A diferença de ordem, contudo, não deve ser confundida com uma definição automática de cânon. Ordem dos livros, conteúdo de manuscritos e reconhecimento canônico são questões relacionadas, mas distintas.
A Septuaginta e a questão do cânon
Manuscritos gregos cristãos antigos incluem, além dos livros correspondentes à Bíblia hebraica, escritos e acréscimos que foram recebidos de maneiras diferentes nas tradições cristãs. Católicos, ortodoxos e protestantes não atribuem exatamente o mesmo estatuto canônico a todos esses textos. Para compreender essas diferenças é importante consultar a história do cânon bíblico.
É inadequado tratar a expressão “o cânon da Septuaginta” como se houvesse uma lista única e perfeitamente definida, fixada já na época da tradução do Pentateuco. Os grandes códices gregos preservados são posteriores e mostram uma história de transmissão cristã. A presença de um escrito em determinado manuscrito é um dado relevante para a história de sua recepção, mas não resolve sozinha todas as questões canônicas.
Do ponto de vista protestante, a distinção entre a história textual da LXX e a definição do cânon é especialmente importante. Pode-se reconhecer plenamente o valor histórico, linguístico e crítico da Septuaginta sem concluir que todos os livros presentes em tradições manuscritas gregas possuam a mesma autoridade canônica.
A Septuaginta no Novo Testamento
A importância da LXX aumenta quando se examina o uso do Antigo Testamento pelos autores do Novo. O Novo Testamento foi escrito em grego e seus autores viveram em um ambiente no qual as Escrituras gregas eram amplamente conhecidas. Robert H. Gundry observa, na seção “Formas do texto” do excurso sobre as citações do Antigo Testamento (1998, p. 70 do PDF consultado), que a Septuaginta está na base de grande parte das citações veterotestamentárias do Novo Testamento, embora haja variações frequentes.
Isso não significa que cada citação reproduza exatamente uma única forma da LXX. Alguns autores parecem seguir de perto uma forma grega conhecida; em outros casos, a redação se aproxima mais do hebraico, combina passagens ou apresenta uma formulação adaptada ao argumento. Gundry chama atenção, por exemplo, para a variedade de formas textuais no Evangelho de Mateus.
G. K. Beale propõe, nos capítulos 2–3 de seu manual (2013, p. 53–81), que o estudo do uso do Antigo Testamento no Novo considere cuidadosamente a forma textual da citação, seu contexto original, o contexto do autor neotestamentário e a distinção entre citação explícita, alusão e eco. A presença da LXX é, portanto, fundamental, mas deve fazer parte de uma análise mais ampla.
A linguagem da Septuaginta e o vocabulário cristão
A LXX também ajudou a formar o ambiente linguístico no qual o cristianismo expressou sua mensagem. Ao traduzirem palavras e conceitos hebraicos para o grego, os tradutores criaram ou consolidaram maneiras de falar sobre aliança, justiça, glória, lei, culto, pecado, salvação e muitos outros temas bíblicos.
Quando os autores cristãos começaram a escrever em grego, eles não estavam trabalhando em um vazio linguístico. Já existia uma tradição de séculos em que o vocabulário grego era empregado para comunicar as Escrituras de Israel. A tradução grega funcionou, assim, como uma ponte entre a linguagem bíblica hebraica e o mundo de fala grega.
É necessário, porém, evitar outra simplificação: uma palavra grega não possui automaticamente um único significado teológico apenas porque foi usada na Septuaginta. O sentido depende do contexto. O estudo lexical responsável compara o hebraico de origem, os usos gregos, o contexto literário e o desenvolvimento do termo em diferentes corpora.
A LXX como testemunha histórica do judaísmo helenístico
A Septuaginta também é um documento da vida judaica no mundo helenístico. Traduzir as Escrituras significava interpretar e comunicar a fé de Israel em um novo ambiente cultural. D. S. Russell situa a LXX (2007, p. 12–13 do PDF consultado) no conjunto mais amplo da literatura judaico-helenística produzida ou recebida em centros como Alexandria.
Isso torna a tradução importante para quem estuda o judaísmo do Segundo Templo. Ela ajuda a perceber como comunidades judaicas podiam participar de uma cultura de língua grega sem simplesmente abandonar sua identidade religiosa. A LXX é, portanto, simultaneamente uma tradução bíblica e uma testemunha da adaptação linguística do judaísmo na diáspora.
A Septuaginta substitui o texto hebraico?
Não. A Septuaginta não deve ser usada para substituir indiscriminadamente o texto hebraico, assim como o Texto Massorético não deve ser utilizado de maneira a tornar irrelevantes todas as outras testemunhas antigas. O procedimento adequado é comparativo.
Em livros cuja tradução é bastante literal, a LXX pode permitir inferências importantes sobre o hebraico que estava diante do tradutor. Em traduções mais livres, reconstruir a forma hebraica de base exige muito mais cautela. Por isso, o perfil de cada livro precisa ser conhecido antes que uma diferença seja usada como argumento textual.
Também é inadequado transformar variantes textuais em argumento de que o texto bíblico se tornou irrecuperável. A existência de variantes é precisamente o motivo pelo qual a crítica textual compara manuscritos e versões. Quanto mais testemunhas independentes existem, maior é a possibilidade de estudar a história do texto com critérios verificáveis.
Outras traduções gregas e a comparação de Orígenes
A transmissão da Bíblia grega continuou depois do surgimento do cristianismo. Por isso, uma leitura grega antiga não deve ser identificada automaticamente com a primeira tradução de determinado livro. Ao longo do tempo circularam outras traduções e revisões, associadas a nomes como Aquila, Símaco e Teodocião. Norton apresenta essas versões como testemunhas que também precisam entrar na reconstrução da história do texto (1998, p. 232–233).
Aquila ficou conhecido pela preocupação em acompanhar de maneira muito estreita a forma do hebraico, mesmo quando isso produzia uma expressão pouco natural em grego. Símaco procurou combinar exatidão e clareza de expressão. A tradição ligada a Teodocião representa outro caminho na história das revisões gregas. Esses perfis distintos mostram que fidelidade ao texto de partida e fluência na língua de chegada podiam receber pesos diferentes. Uma tradução mais literal não é necessariamente a melhor para todos os usos, mas pode ser especialmente útil para investigar a estrutura do hebraico que lhe serviu de base.
No século III d.C., Orígenes reuniu testemunhas diferentes em uma obra comparativa conhecida como Hexapla. Sua organização colocava lado a lado o texto hebraico, sua transliteração em caracteres gregos e as versões gregas de Aquila, Símaco, da Septuaginta e de Teodocião. A obra não sobreviveu integralmente, mas sua história evidencia a consciência antiga de que as diferenças entre versões precisavam ser examinadas. Não se tratava apenas de escolher uma tradução favorita: a disposição paralela permitia observar correspondências e divergências (Norton, 1998, p. 233).
Esse desenvolvimento ajuda a distinguir três níveis: a tradução inicial de um livro, suas revisões posteriores e a forma preservada em determinado manuscrito. Eles se relacionam, mas não são idênticos. Para estudar uma citação cristã antiga, a pergunta adequada é qual forma textual estava disponível ao autor e quais indícios permitem identificá-la.
Como comparar uma citação sem tirar conclusões apressadas
O método exposto por Beale exige mais do que colocar duas traduções modernas lado a lado. Primeiro é necessário identificar a passagem citada ou aludida. Depois, examinam-se o contexto do autor do Novo Testamento e o contexto da passagem veterotestamentária. Só então a comparação entre o grego do Novo Testamento, a LXX, o texto hebraico e outras testemunhas pode esclarecer a forma textual e a função interpretativa da referência (2013, p. 67–81).
Há duas perguntas diferentes nesse trabalho. A primeira é textual: quais palavras foram usadas e a que testemunha elas se aproximam? A segunda é interpretativa: por que o autor retomou essa passagem e como ela contribui para seu argumento? A concordância vocabular com a LXX ajuda a responder à primeira pergunta, mas não resolve automaticamente a segunda. O contexto literário e o desenvolvimento do raciocínio continuam indispensáveis.
Beale também ressalta a dificuldade de determinar a fonte quando o hebraico e o grego são muito próximos, ou quando existiram formas gregas que já não estão preservadas. Por isso, uma diferença em relação à edição consultada pode refletir adaptação do autor, outra tradição textual ou uma combinação de fatores (2013, p. 53–55). A conclusão responsável explicita a evidência disponível e o grau de certeza alcançado, sem transformar uma hipótese em fato estabelecido.
Erros comuns ao falar sobre a Septuaginta
Algumas afirmações populares precisam ser qualificadas. Primeiro, a LXX não foi toda traduzida por setenta homens ao mesmo tempo; essa tradição está associada especialmente à tradução da Lei e foi ampliada na recepção posterior. Segundo, a Septuaginta não é uma tradução uniforme: diferentes livros mostram métodos distintos. Terceiro, dizer que “o Novo Testamento cita a Septuaginta” é uma generalização verdadeira em muitos casos, mas não uma regra absoluta para cada citação. Quarto, a presença de livros adicionais em manuscritos gregos não demonstra por si só a existência de um único cânon alexandrino fechado.
Essas qualificações não reduzem a importância da LXX. Pelo contrário, permitem estudá-la com maior precisão histórica.
Por que a Septuaginta continua indispensável?
A Septuaginta permanece fundamental por várias razões. Ela preserva a mais antiga tradição de tradução grega das Escrituras judaicas; preserva evidências relevantes para a história textual do Antigo Testamento; oferece acesso privilegiado ao judaísmo de língua grega; ajuda a explicar a ordem dos livros em muitas Bíblias cristãs; fornece parte essencial do contexto linguístico do Novo Testamento; e é necessária para estudar com rigor as citações e alusões veterotestamentárias feitas pelos autores cristãos.
Seu valor, portanto, está na interseção entre história, filologia, crítica textual, estudos judaicos, hermenêutica bíblica e teologia. Conhecer a LXX é conhecer uma etapa decisiva da história das Escrituras: o momento em que os textos de Israel atravessaram de forma sistemática a fronteira linguística entre o hebraico e o grego e passaram a circular em uma das principais línguas do mundo mediterrâneo.
Bibliografia consultada
- BEALE, G. K. Manual do uso do Antigo Testamento no Novo Testamento: exegese e interpretação. São Paulo: Vida Nova, 2013. Caps. 2–3, p. 53–81.
- BRUCE, F. F. “A Bíblia”. In: COMFORT, Philip Wesley (org.). A origem da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. Trecho consultado: p. 13–17, especialmente p. 16–17.
- NORTON, Mark R. “Textos e manuscritos do Antigo Testamento”. In: COMFORT, Philip Wesley (org.). A origem da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. Trecho consultado: p. 230–233.
- GUNDRY, Robert H. Panorama do Novo Testamento. 2. ed. São Paulo: Vida Nova, 1998. Excurso sobre as citações do Antigo Testamento, seção “Formas do texto”, p. 70 do PDF consultado.
- RUSSELL, D. S. Entre o Antigo e o Novo Testamentos: o período interbíblico. 2. ed. São Paulo: Abba Press, 2007. Cap. 1, seção “A Septuaginta e a literatura helenística”, p. 12–13 do PDF consultado.
Nas referências a Gundry e Russell, as páginas indicam a posição no PDF da edição digital consultada; elas não são apresentadas como paginação da edição impressa. Para Beale, Bruce e Norton, foi usada a paginação da obra.